domingo, 5 de maio de 2013

Trabalho de Historia: Mulheres, um sexo forte

Muitas vezes paramos para pensar em o quanto as mulheres, são independentes. Vivem por si mesmo, sem precisar depender de ninguém. Mas, nem sempre foi assim, antes as mulheres serviam apenas para procriar, cuidar de seus filhos, seu marido e das tarefas de casa. Com o passar do tempo conquistamos os nossos direitos.








No período colonial, as mulheres estiveram integradas ao processo de povoamento e de circulação de riquezas no pais. Lideraram famílias e negócios.
Por volta do séc.XVII elas acompanhavam marido ou filhos que se embrenhavam no sertão, desbravando terras virgens e fundando vilarejos. Outras, tendo ficado viúvas e sozinhas, davam continuidade às atividades antes desenvolvidas pelos homens da casa. Elas conseguiram o direito de poder se divorciar de seus maridos,mas tinham que apresentar provas como casos de adultérios e maus tratos. O processo podia ser amigável ou litigioso , e era concedido sob duas formas: anulação do casamento e separação de corpos.
A atuação das mulheres não se resumia,entretanto, á disputas jurídicas com os seus maridos. Desde a colonia é possível perceber sua marcante presença nos setores de serviços e de abastecimento. Eram costureiras, doceiras, tecelãs, lavadeiras e quintaneiras. No campo,  trabalhavam na lavoura e também nos oficios domésticos. Esta era a parte do mercado frequentemente descartada pelos homens, portanto as mulheres, assim como os trabalhadores livres e pobres, tinham no sistema a alternativa das atividades mais humildes e menos rentáveis.
Hoje em dia, as mulheres estão ocupando cargos melhores nas empresas, assumindo atividades antes desempenhada apenas por homens, dividindo as despesas de casa com os maridos e algumas delas até com renda maior, algumas são independentes financeiramente optando em morar sozinha, muitas mulheres estão se sobressaindo na politica, medicina e no lar elas administram muito bem o tempo, no seu papel de mãe, esposa e dona de casa. Enfim, mulheres são grandes batalhadoras.







Beijinhos da Gabii

Texto feito por: Gabriela Tinoco











Trabalho de História: Os magos da bótica


Os magos da botica
As farmácias do tempo colonial eram amplas como as de hoje em dia, tinham uma  “caixa de botica” – arca de madeira portátil onde se transportava remédios para as tropas, expedições e autoridades.
A “caixa de botica” eram onde se vendiam as boticas. Ali mesmo os boticários preparavam as suas “medicinas”. Os proprietários importavam para sortir as boticas, enquanto as plantas medicinais existissem em grande abundância na colônia.
Diogo de Castro contratado por Tomé de Souza foi o primeiro boticário da colônia, ele  preparava porções medicamentosas e exercia todas as atividades ligadas á saúde.
 Ao contrário da metrópole, nas menores cidades o trabalho do boticário era muito valorizado.
Esses boticários ou farmacêuticos eram cristãos novos, filhos de portugueses e castelhanos, sendo filhos na sua grande maioria do que antigamente chamavam de artesãos ( tendo em vista  que aqui ainda não se vivia a era industrial)
Esses farmacêuticos também vendiam plantas medicinais, preparados elixires.
Como eram bem sucedidos, logo foram alvos da inveja do restante da população.
Apesar da colônia ser rica em ervas, os mesmos preferiam importar as ervas da metrópole.
Como a colônia era rica em ervas e os boticários preferiam compra-las na metrópole, encarecendo os remédios, o conde de Resende acusou-os de má-fé.
Também fazia parte do métier dos boticários a responsabilidade  pela tarefa de “meter a bordo” os medicamentos necessários na colonia.
José de Abreu Cordeiro,  solicitou ao rei sua nomeação para o cargo de boticário real. Para merecer este cargo, os boticários não descuidavam de mostrar-se ás autoridades aptos para tal tarefa, argumentando que suas famarcias eram bem sortidas e abasteciam bem as cidades das capitanias, pois essas capitanias abasteciam outras, fornecendo boticas portáveis e para socorros em epidemias.
Nas populações rurais e nas vilas mais afastadas, as boticas não faziam muito sucesso.  Os remédios da botica tinha sabor diferente dos remédios caseiros, a que as pessoas estavam acostumadas, o que dificultava seu uso.
Eles preparavam remédios denominados “medicamentos de segredo”, cuja fórmula mantinham em segredo e deles faziam vasta propaganda, embora muitos outros farmacêuticos copiassem os nomes dados para se utilizarem da fama, mesmo que a formula fosse diferente.
Muitos preparados fizeram sucesso, dentre eles vários criados pelos jesuítas, que além da fórmula, atribuíam seu poder curativo á aspectos religiosos e mágicos.
No final do século XVIII, ouve muito esforço das autoridades para se normatizar as práticas de cura .
Hoje por sua vez, as farmácias são amplas ou mesmo pequenas e compactas, climatizadas, arejadas,.Não expõem  mais frascos de experimentos. Não se vende mais de porta em porta e hoje se tem conhecimento de qual ativo compõe a medicação. Todos os medicamentos têm que ter registro e licença para serem comercializados.
 Texto feito por: Catarina Paiva

sábado, 4 de maio de 2013

trabalho de historia: Defensores da mata atlântica no Brasil colônia.



Defensores da mata atlântica no Brasil colônia
     A preocupação de conservar e defender a nossa natureza já vem pelo menos a 200 anos atrás. Um exemplo foi o mineralogista José Viera Couto, que escreveu no século XVII, na sua memória sobre a capitania de Minas Gerais, onde já levantava sobre a necessitar de proteger a mata.


                                                                                                                                                                                                    
    

      Atos como queimar e devastar a floresta para cultivo e desenvolvimento da economia já era feito desde do século XIV. A preocupação do homem não é pela terra mas sim pelo o cultivo que ela pode dar. As nossas florestas foram e estão sendo devastadas, nossa mata atlântica resta apenas 7%.

     
    No final do século XVIII que começaram com alguns intelectuais a necessidade e a reflexão sobre a necessidade de conservação das florestas brasileiras. A grande preocupação dos intelectuais era a forma como era feita o avanço na floresta, de forma descontrolada e as queimadas que eram produzidas. Percebiam que desta forma ocorria um avanço desordenado e uma aniquilação da produção natural do território.

 


     
 









    Com os movimentos na Europa sobre a natureza e a floresta foi que começou surgir no brasil as críticas ao caráter rudimentar e predatório dos colinas adores e sua política econômica. Nesse período surge o iluminismo brasileiro, onde a natureza não era defendida pelo seu valor estético e espiritual como os jesuítas implantou, mas sim como um valor econômico e político. Os artistas ligados ao romantismo brasileiro, que valorizavam muito a natureza como recurso estético, não apoiavam o debate em relação a destruição da natureza. Os intelectuais de outras linhas eram quem assumiam o papel de defensor das ideias de conservação da natureza.
    Em toda nossa história convivemos com esse problema de desmatamento. A partir do momento que nossa autoridades começaram a perceber o problema, não foi bastante para torna-los ágil. Pois o nosso primeiro código florestal, só começou a ser elaborado em 1920 e concluído catorze anos depois, tal objetivo era regularizar a exploração de recursos naturais. Foi onde surgiu a primeira lei florestal, apesar das pessoas não ter uma educação e um consciência ecológica, como os dias de hoje. Atualmente existe uma lei especifica tramitando no congresso a onze anos, sobre a mata atlântica, sabe-se que tal lei teve como obstáculo a bancada de deputados ruralista, que dificultam qualquer projeto em relação a proteção do meio ambiente e especialmente quando se trata de devastação de mata. Essa lei será muito importante para a sobrevivência da floresta da mata atlântica.









texto publicado por: Lorena